A neurociência sempre foi uma matéria que me interessou. Comecei a trabalhar como instrumentadora cirúrgica da neurocirurgia: esta foi minha primeira profissão. E foi com tal experiência que me apaixonei por essa incrível máquina humana: o cérebro.  Daí para frente, comecei a estudar e a colocar atenção nessa importante área do nosso corpo. E você, já parou para pensar sobre isso? Quanto você dedica de tempo ou se ocupa com a saúde de seu cérebro? Qual o exercício ou a dieta que você faz especificamente para ele?

Pensar em um tema toda semana foi um desafio a que me propus há dois anos. Acordei numa das muitas reflexões que tenho feito e decidi viver, ou melhor, responder às muitas perguntas que faço aos meus pacientes,  clientes, Coachee ou como queiram se identificar. A primeira delas foi o que vou deixar de legado? Qual a conquista que ainda quero obter? A congruência entre o que se fala e o que se faz é a primeira forma de viver a plenitude. Então respondi a minhas perguntas poderosas e fiz minha lista.

"É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã", escreveu Renato Russo em uma linda canção que fez história e nos faz refletir até hoje! Cada dia que passa, as pessoas estão, mais e mais, se distanciando presencialmente em função dos aplicativos e das redes sociais e, assim, o mundo se afasta do essencial. A falsa sensação de proximidade substitui o amor verdadeiro por algo superficial e fugaz.

Começo este texto separando as palavras do nosso título para, depois analisá-las em conjunto.  A palavra “mulher” significa hoje ser diferente, representa a força, a habilidade de lidar com várias atividades ao mesmo tempo. A mulher atual conquistou o mercado de trabalho, trouxe nova forma de olhar para as pessoas e de cuidar de cada um de sua equipe.

E o que seria frágil? Algo que quebra, que estraga fácil? Muitos evitam qualquer objeto ou situação frágil, como forma de evitar a se arriscar ou até mesmo a se contaminar. Mostrar-se frágil não é sustentável, é desqualificante. Quero, neste momento, focar a sua percepção na fragilidade como sensibilidade, autoconhecimento. Já tinha feito essa equivalência?