Parece um trocadilho, mas não é. Com a experiência de vir morar  em um novo país, em uma nova cidade, a ideia do título acima é o que mais consigo enxergar. Perceber semelhanças entre os países, cidades, não para comparar ou explicar, simplesmente relatar e partilhar com vocês essa  vivência diária e rica experiência.

Quantas oportunidades se abrem quando você se coloca em um novo lugar?  As perspectivas se ampliam, sua visão se modifica, seus valores são questionados a todo o momento. Viver uma nova cultura é se despir de suas certezas e arriscar sua segurança. Tudo isso provoca um turbilhão de questões, mas, para isso, há de se ter coragem, há  de se arriscar.

Deixar a vida me levar só serve para a música de Zeca Pagodinho. No entanto, muitas vezes, o lema é usado por várias pessoas simplesmente por seguirem a vida sem se questionarem. Seguir em frente é sempre o caminho mais lógico. Deixar o curso da vida seguir parece mais simples, mas é necessário questionar se realmente é a opção mais feliz e acertada.

Contratar pessoas neste momento de crise, quando temos muitas ofertas, pode parecer mais fácil, mas há  de se ter cuidados. É realmente factível que, quando se tem muitos candidatos, pode-se fazer uma escolha mais tranquila e ponderada,  pois escolher diante de um número maior de opções sempre é mais favorável.

Pensar em um tema toda semana foi um desafio a que me propus há dois anos. Acordei numa das muitas reflexões que tenho feito e decidi viver, ou melhor, responder às muitas perguntas que faço aos meus pacientes,  clientes, Coachee ou como queiram se identificar. A primeira delas foi o que vou deixar de legado? Qual a conquista que ainda quero obter? A congruência entre o que se fala e o que se faz é a primeira forma de viver a plenitude. Então respondi a minhas perguntas poderosas e fiz minha lista.

Resposta para Eliana Guerra A vida possui muitos prismas e muitas maneiras de ser explicada  e/ou vivida, como preferir. Há pessoas que passam por ela sem muito perceber, simplesmente a deixam seguir. Há aqueles que reclamam dela o tempo todo. Há também aqueles que cultivam a vida de uma forma mais proveitosa, transcendendo o que sabem e acreditando em algo maior. Todos, sem exceção, passam por ela e a única igualdade nisso é que chegarão à morte, o final. No entanto, até a morte chegar, apesar de todos terem certeza da sua existência, ainda  há a dúvida: e depois?

Os momentos vividos pelos profissionais no Brasil têm trazido muitos problemas emocionais, como depressão e outras doenças provenientes do estresse. O último estudo do gerenciamento do estresse mostra a triste estatística: o Brasil registra um suicídio a cada 30 minutos. Essa afirmação nos mostra que precisamos atuar como numa UTI. E você sabe o que significa essa sigla? Unidade de Tratamento Intensivo é um local onde não se pode perder o foco, é preciso monitorar todos os sinais e ir avaliando cada indício de melhoria. Com os resultados sendo coletados, vão aumentando e/ou diminuindo as dosagens de antídotos para a melhoria contínua do quadro.

A maioria das pessoas acreditam que a satisfação no trabalho está ligado ao incentivo financeiro que ela recebe, e assim vincula sua vida profissional às empresas  com maiores incentivos financeiros. Muitos têm sido os esforços de estudiosos em definir o que satisfaz mais um funcionário dentro de uma empresa.  Algumas ferramentas foram criadas no mundo corporativo para ajudarem na mensuração da satisfação, dentre elas: pesquisa de clima,  entrevistas de desligamento e pesquisas de engajamento.  Todos esses instrumentos objetivando conhecer para reter os talentos neste mercado tão competitivo. Com todos esses dados, conclui-se que o sustento financeiro passa por uma necessidade básica, no entanto é insuficiente para manutenção da satisfação. O salário oferecido atrai e pode ser um diferencial na contratação, mas não é capaz de reter o profissional por muito tempo.

Como o próprio título diz, conviver é viver com. Viver com  significa estar em conjunto, em parceria. A convivência humana é primordial e necessária. O ser humano não sobrevive sozinho. Tudo o que aprendemos na vida vem de uma convivência: vamos vendo, imitando, repetindo e logo estamos fazendo. É por isso que cada vez mais para mim fazem sentido os ditados populares que ouvimos! "Diga-me com quem andas que direi quem és". "Passarinho que anda com morcego dorme de cabeça para baixo". "Quem anda com porcos, farelo come". E tantos outros.