Psicologia Positiva

Você conhece a Psicologia Positiva? Bom, para quem não conhece, vamos falar um pouco, pois apesar de ser uma ciência, não precisa ser psicólogo para utilizar de suas descobertas. Confira mais na Coluna Vida e Carreira do Jornal Metro, por Vânia Goulart.

Para começar, vamos ao conceito da Wikipédia:

A Psicologia Positiva é um movimento recente dentro da Ciência Psicológica que visa a fazer com que os psicólogos contemporâneos adotem uma visão mais aberta e apreciativa dos potenciais, das motivações e das capacidades humanas, enfatizando mais a busca pela felicidade humana que o estudo das doenças mentais.

Assim, com o foco no potencial e em trazer a felicidade, a Psicologia Positiva se distancia das doenças e foca na saúde, pois através da saúde evita-se as doenças. Como um ciclo: a felicidade impactando no olhar positivo e o olhar positivo trazendo a felicidade.

A Psicologia tradicional surgiu estudando a loucura, ou seja, os profissionais estudavam a doença em busca da cura. A Psicologia Positiva, por sua vez, busca estudar o que é positivo, aquilo que dá certo, a crença nas ações e no pensamento positivo para construir mais positividade e resultados melhores.

Para isso, psicólogos investigaram as Virtudes e as Forças de Caráter, com ações que facilitaram o conhecimento. São 06 Virtudes: Sabedoria-Conhecimento, Coragem, Humanidade, Justiça, Temperança, Transcendência. Para facilitar o processo de identificação e desenvolvimento de cada uma das virtudes, que são abstratas, foi feito uma classificação de cada uma delas, a partir das Forças de Caráter. Algumas delas são: humildade, liderança, amor, gratidão, perdão, prudência, misericórdia, igualdade e muitas outras.

Existem várias pesquisas e experiências que utilizam esta nova abordagem e comprovam a sua eficácia, superando as antigas performances. Com isso, a Psicologia Positiva traz um olhar mais aberto para as competências humanas. Martim Seligman, um dos precursores desta nova forma de encarar a Psicologia, focou seu estudo em três pontos chaves – experiência subjetiva, características individuais e o seu papel nas instituições coletivas.

Esta Teoria busca um novo posicionamento para nós enquanto indivíduos, demonstrando que é preciso focar no que dá certo, naquilo que queremos desenvolver para evitar doenças. Se ficarmos olhando para a doença, iremos adoecer ainda mais. Seja positivo!