Vivemos num mundo muito apressado e cheio de regras e exigências. Tudo possui uma maneira, uma sequência certa ou pelo  menos convencional de se fazerem as coisas. Temos uma rotina e muitas vezes você se esquece de escolher e decidir qual o caminho seguir, vai apenas seguindo.  Apesar de necessitarmos da sequência, da rotina, não devemos nos aprisionar por ela e perder a capacidade de mudar ou transformar o que está a nossa volta.

E o que seria frágil? Algo que quebra, que estraga fácil? Muitos evitam qualquer objeto ou situação frágil, como forma de evitar a se arriscar ou até mesmo a se contaminar. Mostrar-se frágil não é sustentável, é desqualificante. Quero, neste momento, focar a sua percepção na fragilidade como sensibilidade, autoconhecimento. Já tinha feito essa equivalência?

Quando eu posso realizar uma mudança? Quando estarei preparado para uma mudança? Muitas pessoas me perguntam se ainda dá tempo de mudar. Ficam se perguntando se é possível alguma modificação em sua carreira, em sua vida, depois de já terem se estabilizado no seu trabalho. Essa análise precisa ser realizada com maior critério, mas, sem dúvida, sempre há tempo.

Estar enganado não é a melhor sensação. Assumir que sua decisão não foi a melhor pode trazer constrangimento. É um momento de receber as críticas. Na maioria das vezes, as pessoas evitam assumir seus enganos publicamente por vergonha ou receio de serem repreendidas.